Essa série já tem mais de 15 anos, e há quem ama demais e há quem não suporte. Mas nao podemos negar que a série trás muitas lições de vida. Confira algumas das melhores narrações de episódios:

5.03 – Here Comes The Flood
“Como cirurgiões, somos treinados para consertar o que está quebrado. O local da quebra é a linha de largada…no trabalho. Mas em nossas vidas o local da quebra é um sinal de fraqueza, e nós faremos qualquer coisa que pudermos para evitá-lo.
[…]
Ossos quebram. Órgãos colapsam. Carne se rasga. Podemos costurar a carne, reparar o dano, aliviar a dor. Mas quando a a vida se acaba…quando a gente se acaba…não há ciência. Não há regras rápidas e abruptas. A gente apenas tem que sentir o jeito de passar por isso. E para um cirurgião não há nada pior, e não há nada melhor.”

5.07 – Rise Up
“Se é uma pessoa normal, uma das únicas coisas que pode contar na vida é a morte. Mas se é um cirurgião… até esse conforto é tirado de você. Cirurgiões enganam a morte. Prolongamos e negamos. Nos impomos e audaciosamente damos dedo para a morte.
[…]
Nascemos, vivemos, morremos. Às vezes, não necessariamente nessa ordem. Colocamos as coisas para descansar apenas para ressuscitá-las de novo. Então se a morte não é o fim, no que ainda podemos contar?
Porque não dá para contar com nada na vida. Vida é a coisa mais frágil, instável e imprevisível que existe. Na verdade, só temos certeza de uma coisa na vida: não está acabado até que seja acabado.”

7.13 – Don’t Deceive Me (Please Don’t Go)
“Médicos mentem o tempo todo. Damos respostas vagas às perguntas difíceis. Não falamos sobre dor pós-operatória. Dizemos: “Você sentirá algum desconforto”. Se você não morreu, dizemos que a cirurgia foi bem. Mas o placebo tem que ser a maior mentira do médico. Para metade dos pacientes, dizemos a verdade. Quanto à outra metade… Oramos para que o efeito placebo seja verdadeiro. E nos dizemos que eles ficarão melhores de qualquer forma. Acreditando em ajuda posterior. Quando na verdade… Estamos deixando-os morrer.
[…]
Médicos mentem todos os dias. Para seus pacientes, para suas famílias. Mas a pior mentira contamos para nós mesmos. Por isso, algumas vezes, demoramos para perceber… Que a verdade estava na nossa frente o tempo todo.”

7.21 – I Will Survive
“Todos ouvimos o mesmo. É uma das coisas que aprendemos nas aulas de ciências. “Adapte-se ou morra”. Mas adaptar-se não é fácil. Tem que brigar com a concorrência, defender-se dos ataques, e, algumas vezes, você tem que matar. Você faz o necessário para sobreviver.
[…]
“Adapte-se ou morra”. Não importa quantas vezes tenha ouvido isso, a lição não fica mais fácil. O problema é… Somos humanos. Queremos mais que apenas sobreviver. Queremos amor. Queremos sucesso. Então, lutamos muito para conseguir essas coisas. E todo o resto… É como morte.”

12.03 – “I Choose You”
O corpo é um mundo de possibilidades. Todas as vezes que abrimos um corpo, encaramos uma série de decisões. Algumas escolhas são feitas por você. Mas na maior parte, cirurgia é uma escolha da sua própria aventura.
Quando você se depara com escolher difíceis, as coisas complicam. Você pode viver com isso? O que você pode deixar pra trás? Certo ou errado, você tem que decidir pelo que está disposto a lutar. A escolha é sua.

12.24 – “Family Affair”
“O amor tem limites. Nós sabemos disso. Nós os derrubamos, os levantamos, e os derrubamos de novo. Mas precisa ser desse jeito? Não podemos aprender? Não podemos ser corajosos? Não podemos acreditar? Por que, talvez seja tudo que precisamos – um pouquinho de coragem, um pouquinho de esperança, acreditar um pouquinho. Talvez não existam limites se escolhermos não vê-los. Talvez o amor seja ilimitado se nós formos corajosos o bastante para decidir que o amor não tem limites. Talvez haja felicidade suficiente para todos. Ou talvez… me dê um minuto.

14.01 “Break Down the House”
“A grande ironia para os médicos é que as vezes temos que deixá-lo mais doente ao invés de curá-lo. Se um osso se calcifica desigualmente, nós temos que quebrá-lo novamente. Se a cicatriz for muito grossa, nós temos que raspar e criar uma nova ferida. Nós te quebramos para reconstruí-lo”.

“Nós estudamos medicina porque queremos aprender como consertar o que está quebrado, mas rapidamente aprendemos que às vezes temos que tornar as coisas piores antes de melhorá-las. Isso é um risco e é assustador para os cirurgiões e pacientes, porém normalmente isso vale a pena. Você tem uma segunda chance na vida e nós somos os arquitetos da sua segunda chance. É vencer e vencer, quando isso funciona”.

14.08 “Out of Nowhere”
“Existem alguns desastres que você não vê se aproximando, não importa o quão cuidadoso você planejou. Uma pequena surpresa que muda tudo. Na cirurgia, nós chamamos isso de complicação. Na vida, isso é uma catástrofe. Na cirurgia, nós chamamos de complicação, ruptura, falha e uma desagradável surpresa”.

“Isso exige medidas extremas. Você tem que reagir rapidamente, recuperar o tempo perdido, porque isso veio do nada. E pode levar tudo”.

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