Papa Francisco falou a favor das uniões civis do mesmo sexo, dizendo que os homossexuais eram “filhos de Deus e têm direito a uma família”. Foi a forma mais clara que Francisco já usou para falar de direitos dos LGBTIs. Comentando a questão em um documentário, o pontífice pediu uma lei da união civil.

O filme foi exibido no Festival de Roma nesta quarta-feira. No domingo (25), ele deverá passar nos EUA pela primeira vez durante o Savannah Film Festival.

O diretor Evgeny Afineevsky acabou as gravações em junho de 2020. O filme fala de temas como a pandemia, racismo e abuso sexual. Há temas geopolíticos também, como a guerra na Síria e na Ucrânia.

O Papa Francisco já demonstrou ter interesse em dialogar com católicos LGBTIs, mas geralmente suas mensagens são a respeito de acolher esses fiéis. No filme, o pontífice pediu uma “lei da união civil” que permitiria às pessoas LGBT + “estar em uma família”.

“Eles são filhos de Deus e têm direito a uma família”, disse ele no documentário “Francesco”, que estreou no Festival de Cinema de Roma.

“Ninguém deveria ser expulso ou miserável por isso.”

A Igreja Católica perseguiu gays durante grande parte de sua história e ainda vê a homossexualidade como uma “desordem intrínseca”. A igreja também ensina que atos homossexuais são pecaminosos, mas sua postura moderna é que ser gay não é pecado por si só.

O Papa Francisco, nascido como Jorge Mario Bergoglio, fez vários gestos de reconciliação com a comunidade LGBT + desde que assumiu o comando da igreja em 2013.

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